O grupo interinstitucional NEVE tem como principal objetivo o estudo e a divulgação da História e cultura da Escandinávia Medieval, em especial da Era Viking, por meio de reuniões, organização de eventos, publicações e divulgações em periódicos e internet. Conta com a colaboração de professores, pós-graduandos e graduandos de diversas universidades brasileiras, além de colaboradores estrangeiros. Filiado à ABHR, VIVARIUM e ABREM. Registrado no CNPQ. Contato: neveufpb@yahoo.com.br

terça-feira, 9 de julho de 2013

GRUPO NEVE APRESENTA PESQUISAS NA UNB

O grupo NEVE participou do X Encontro Internacional de Estudos Medievais que ocorreu em Brasília, de 01 a 05 de julho de 2013, na UNB.
Foram apresentadas diversas pesquisas em Escandinavística, enfocando variados temas:

Munir Lutfe Ayoub (Mestrando em História pela PUC-SP/NEVE) apresentou a comunicação Entre textos e toponímias: apontamentos sobre a pluralidade de cultos no período de prática da antiga cultura nórdica


Apresentação da comunicação de Munir Ayoub durante a X ABREM.

André Araújo de Oliveira (Mestrando em História pela UFMA/NEVE), apresentou O conceito de fantástico e sobrenatural nas sagas islandesas.


Apresentação da comunicação de André de Oliveira durante a X ABREM.

Isabela Dias de Albuquerque (Doutoranda em História pela UFRJ/NEVE), por sua vez, apresentou Olhares em confluência: História, Arqueologia e Linguística nas interações entre anglo-saxões e escandinavos na Inglaterra (IX-X).



Jack Franco de Sá (Graduando em História pela UFMA) apresentou a comunicação Eram os vikings astrônomos? Uma revisão crítica dos mapas celestes da Etnoastronomia Escandinava, de autoria do professor Dr. Johnni Langer (UFPB/NEVE).


Sara Divino Carvalho (Graduanda em História pela UFMA), apresentou a pesquisa As tramas, os nós e as tranças: os adornos capilares e a sua representação de status na Era Viking, de autoria da professora Ms. Luciana de Campos (GIEM-UFPB/NEVE). 


André de Oliveira e Munir Ayoub nas dependências da UNB.

Segundo o mestrando André de Oliveira (UFMA), o décimo Encontro Internacional de Estudos Medievais foi muito proveitoso para todos, sendo uma ótima oportunidade para re-encontrar e conhecer pesquisadores da área medieval e Escandinávia Medieval. Ainda segundo André, as apresentações do Grupo de Trabalho do medievo germânico, possuíram um grande público, tendo lotação máxima em ambos os dias e a participação ao evento permitiu presenciar uma participação de graduandos em Escandinavística, deixando assim uma grande esperança para o futuro das pesquisas na área.

Já para o mestrando Munir Lufte Ayoub (PUC-SP) o evento ainda surpreendeu pelas apresentações de iniciações cientificas que abordararam áreas ainda inovadoras como a Arqueologia experimental, caso dos graduandos Anderson Tsukiyama e Stephanie Sander (UFSC) que apresentaram o trabalho Análise de livros de espada (fencing books ou fechtbücher) para o estudo da esgrima medieval, aplicada ao recriacionismo histórico.


Os graduandos Breno Damasceno (UFMA) e Jack Franco de Sá (UFMA) na UNB.


Para o graduando Jack Franco de Sá (UFMA), ter participado do X EIEM foi uma experiência muito gratificante, "é sempre recompensador participar de um evento em que se pode compartilhar das pesquisas de nossos colegas de estudo, além de encontrar velhos amigos e fazer novas amizades". Atualmente, Jack dedica-se ao estudo da Etnoastronomia Medieval.

O evento contou ainda com a apresentação de diversos trabalhos de iniciação científica, como a dos graduandos:

* A saga de Án e a arquearia na Escandinávia da era viking - Adriano Everton (UFMA)
* Em guarda! Análise comparativa da simbologia da espada na Saga dos Volsungos e no Mito Arturiano - Monicy Araujo Silva (UFMA)
* A morte do Gigante: a banda Týr em sua representação da mitologia nórdica - Gustavo Braga Santos (UFMA)
* Quarenta e dois dentes de fúria: análise da representação do cão de guerra na hq Conan, o bárbaro - Michel Roger Boaes Ferreira (UFMA)
* O mito das amazonas na obra de Jean de Mandeville - Marília Santos Colins (UFMA)

Apresentação da pesquisa de Marília Santos Colins (UFMA)