O grupo interinstitucional NEVE tem como principal objetivo o estudo e a divulgação da História e cultura da Escandinávia Medieval, em especial da Era Viking, por meio de reuniões, organização de eventos, publicações e divulgações em periódicos e internet. Conta com a colaboração de professores, pós-graduandos e graduandos de diversas universidades brasileiras, além de colaboradores estrangeiros. Filiado ao The Northern Women’s Art Collaborative e
à ABHR (Associação Brasileira de História das Religiões). Registrado no CNPQ. Contato: neveufpb@yahoo.com.br

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

NOVO ESTUDO SOBRE O DEUS LOKI É PUBLICADO NA MUNDO ANTIGO

 Loki, Christoffer Eckrsberg, 1810.
 
 
Uma das mais controvertidas personagens da Mitologia Nórdica acaba de receber um novo estudo em português: Dramatização no Lokasenna: um estudo do conceito do trickster na figura de Loki, Revista Mundo Antigo 4(4), 2015. O artigo foi escrito pelo pesquisador Leandro Vilar, mestrando em História pela UFPB e colaborador do NEVE.
 
Neste estudo, Vilar investiga o conceito de trickster aplicado ao poema Lokasenna da Edda Poética, estudando a figura de Loki como uma manifestação de poder e intransigência perante os deuses nórdicos.
 
Anteriormente, existem poucas publicações em língua portuguesa sobre este tema. Em 2013 o historiador Flávio Palamin (UEM/NEVE) publicou Loki como representação do caos e da ordem na mitologia Viking (VI Congresso Internacional de História), analisando diversos aspectos desta figura mítica, além de considerações bibliográficas e historiográficas.
Em 2015, o Dicionário de Mitologia Nórdica abordou o tema em vários verbetes: Loki (p. 281-287), escrito pelo historiador Johnni Langer (UFPB/NEVE); Lokasenna (p. 278-280) de autoria da historiadora francesa Marion Poilvez.
E em 2004, a tradução brasileira do livro Deuses e mitos do norte da Europa, de Hilda Davidson, incluiu um subcapítulo sobre Loki (p. 150-154).
 
 
 
 Loki, Arthur Rackham, 1910.
 
As imagens modernas do deus Loki, como a de Arthur Rackham e a de Christoffer Eckrsberg e muitos outros, foram analisadas no Dicionário de Mitologia Nórdica, publicada pela Editora Hedra, 2015, p. 285-286.