O grupo interinstitucional NEVE tem como principal objetivo o estudo e a divulgação da História e cultura da Escandinávia Medieval, em especial da Era Viking, por meio de reuniões, organização de eventos, publicações e divulgações em periódicos e internet. Conta com a colaboração de professores, pós-graduandos e graduandos de diversas universidades brasileiras, além de colaboradores estrangeiros. Filiado ao The Northern Women’s Art Collaborative (Universidade de Brown, EUA) e
à ABHR (Associação Brasileira de História das Religiões). Vinculado ao Programa de Pós Graduação em Ciências das Religiões da Universidade Federal da Paraíba. Registrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPQ. Contato: neveufpb@yahoo.com.br


terça-feira, 12 de julho de 2016

NEVE EM MESA REDONDA NA UFSC

O NEVE participará de mesa redonda durante o evento da ABHR, em Florianópolis:

MR 8 – História das Religiões e Religiosidades:
perspectivas plurais, 26 de julho, às 14h, no Templo Ecumênico, UFSC.
Coordenação: Prof. Dr. Leandro Faria de Souza, PUC/SP
 
Resumo da mesa: Os estudos das diversas manifestações religiosas nas áreas que compõem as ciências sociais vêm, ao longo das décadas, transformando o entendimento de como essas    manifestações
influenciaram e ainda influenciam o Brasil. Os estudos sobre temas ligados às religiões
crescem nas diversas áreas, notadamente na área de História. A proposta dessa MR é
apresentar diferentes perspectivas analíticas dentro do âmbito da História das Religiões.

Participantes da mesa:
1. Profa. Dra. Gabriela Scartascini Spadaro - América Latina, território Guadalupe. Um olhar sobre a transição para o século XXI
 
2. Profa. Dra. Gizele Zanotto - “Guiados pela fé em São Miguel”: uma imagem, uma romaria, um patrimônio
 
3. Prof. Dr. Johnni Langer (NEVE) - O comparativismo na História das religiões nórdicas
 
4. Profa. Dra. Maria Cristina Pompa - História das Religiões e Antropologia: a contribuição da Escola Histórico-Religiosa italiana


Resumo: O comparativismo na História das religiões nórdicas
Desde o início das investigações envolvendo as religiosidade nórdicas,
ainda durante o século XIX, o método comparado foi um dos
instrumentos mais utilizados. Com a chegada do novo século, vários
historiadores das religiões continuaram a utilizar o método comparado,
aplicado com perspectivas fenomenológicas para entender
especialmente a mitologia nórdica, como Eliade, Jung, Campbell, entre outros. A partir dos
anos 1970, essa metodologia foi duramente criticada, especialmente por estudiosos
envolvidos com a perspectiva culturalista e pela história cultural. A área escandinava era
entendida dentro de suas próprias problemáticas e especificidades temporais e geográficas.
Mais recentemente, o método comparado voltou a ser utilizado, em novos parâmetros. Nosso
intento é realizar uma discussão historiográfica deste método na História das Religiões,
especialmente dentro dos estudos comparativos entre a área nórdica e a circumpolar/báltica.